quinta-feira, 12 de novembro de 2009

She is like the sea

There's one girl i like
she's a smile on a monday
and she'll fight to stay so
And she's like the sun on the weekend
And though she is like the sea
and she's right to be so
i like that she sails with me

terça-feira, 15 de setembro de 2009

borderline

1. sensação constante de vazio;
2. acessos injustificáveis de raiva;
3. alternância constante e extrema de humor;
4. relações interpessoais intensas e instáveis;
5. comportamento impulsivo;
6. ideias frequentes de suicídio ou automutilação intencional;
7. episódios de paranoia;
8. autoimagem instável;
9. e esforços desmedidos para evitar um abandono verdadeiro ou imaginado.

Nada, porém, define mais integralmente os fronteiriços do que a metáfora usada pela psicóloga americana Marsha Linehan, professora da Universidade de Washington e referência mundial no estudo da doença: "Eles são o equivalente psicológico dos pacientes vítimas de queimaduras de terceiro grau. Não têm nenhuma ‘pele emocional’ para protegê-los. O mais leve toque ou movimento pode causar-lhes muita angústia". É como se vivessem o tempo todo "imersos em tempestades emocionais que nunca se acalmam", escreve o psiquiatra e psicanalista israelense Yoram Yovell, no livro O Inimigo no Meu Quarto – E Outras Histórias da Psicanálise(editora Record).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Caterpillar

Com que destreza o crocodilo
Não espadana a cauda
E na água rasa do Nilo
Como ele não se esbalda...

Que graça e destreza é aquela
Como ele é sedutor
E engole os peixes pela goela
Com um sorriso encantador...

(Lagarta - Alice nos país das Maravilhas)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Lo que sé hacer no es gran cosa.

A vida é engraçada, as vezes a pessoa que vc mais confia e acredita, não acredita em você. Um tapa na cara, obviamente, quando há motivo acho justo, quando não, não. Novamente nos pontos baixos da minha vida, venho pro blog, na verdade eu nem gosto muito daqui, nem gosto de twitter, e pasme quem for meu amigo virtual mas eu detesto, eu tenho horror ao msn. Tenho horror a emoticons animados, fonte rosa ou negritada e conversas sobre o clima. Eu entro porque tem gente que eu preciso conversar, por necessidade, não lazer. Sou libriana, sociável, mas esses meios de comunicação não me apetecem de nenhum modo. Bem, foi só um desabafo, não pensem que eu sou bicho do mato se não responder, é porque realmente eu estava ocupada com outra coisa.

Peguei uma gripe que Deus me livre, e tristeza com gripe = cama; parecia um ser em doença terminal, até oração cheguei pedir pro meu namorado que mal sabe o pai nosso, coitado, ainda sim rezou por mim. Cheguei a pensar que era a bendita "nova gripe" (que mudou para esse nome porque suínos infelizmente nunca foram bem vistos socialmente), a dor no corpo era insuportável. Hoje me senti melhor e enchi-me de coragem para ir à faculdade pagar meus 20 reais de multa e finalmente devolver o livro do Zaffaroni, o do Venosa e o do Régis Prado. Minha tosse no ônibus me fez ganhar lugares solitários, onde eu colocava a mão ninguém mexia mais (mão esta que tinha meu par de luvinhas rosa e azul bebê) , me senti rejeitada na ida, mas confesso que na volta me aproveitei, estava feliz pelo sistema não ter computado multas nos dias sem aula, tomei um ovomaltine médio no bob's e vento. Conclusão = cama de novo.

Por que milk shakes fazem isso com a gente?

Post longo sobre o nada, a vidinha anda assim mesmo, anda nada. Preciso criar um blog político e colocar meu turbilhão de críticas e opiniões pra fora, aqui eu só consigo falar de problemas e milk shake. Criarei com um pseudônimo, porque esse negócio de cara a tapa pra mim é meio kamikaze, nunca se sabe quem vai vir só com tapa né?

domingo, 12 de julho de 2009

Abacaxis

A Lanusa passou, missão cumprida. A prova foi sexta feira, certo, hoje é domingo, mas o cansaço da semana me impossibilitou de escrever, verdade, palavra de escoteira.
Semaninha &%$#!@* essa, depois de problemas e problemas... Li um post interessante no blog do meu mais novo amigo daltônico-curitibano, chamado "Ao romance ideal", bem, lá tem uma historinha em que ele presencia a história de um romance do fim para o começo. Triste pra quem já experimentou o sabor amargo do fim, triste pra quem tem sentido esse gosto vindo de novo, impregnado nas paredes, triste pra mim. Tão difícil ser gente grande, acho que seria mais fácil no México, enfim... Tudo bem, quando o sonho acaba ainda resta o pão doce. Semana que vem começo o inglês, de novo e que Deus me ajude a não procrastinar desta vez. Vou ser regular com o blog. (Farei disso um mantra)

*Ah, mudei a cara do blog, estou em crise de idade, me deixem ser adolescente rebelde de novo.
grata.